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Crème de la Crème

Por Wálter F Maierovitch/Rádio CBN/Justiça e Cidadania

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29 junho de 2007.

Crème de la Crème.


O diretor geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Rodrigo Rato, espanhol de 58 anos, acaba de renunciar ao cargo. E renunciou por amor.

Faltavam dois anos para terminar mandato iniciado em maio de 2004.

Segundo os jornais espanhóis de hoje, Rato resolveu entregar-se aos encantos da jornalista Alicia Gonzáles, de 35 anos e da rede CNN. E, também, dedicar mais tempo aos três filhos do primeiro casamento com Maria Alarco.

Para evitar especulações maldosas, o divórcio de Rato consumou-se em 2002. Portanto, bem antes de iniciar o romance com Alicia.

Rato ficou internacionalmente conhecido como o responsável pelo “milagre econômico espanhol”, isto em razão das suas brilhantes atuações como ministro da Economia e vice-premier ( 1996 a 2004).

No e.mai enviado aos 2.716 funcionários do FMI, Rato mencionou razões pessoais como móvel da renúncia, ou seja, ajudar na instrução e formação dos seus três filhos.


Os periódicos espanhóis preferem atribuir a Alicia a decisão de deixar o posto máximo no FMI. Foram dedicadas muitas páginas ao romance: Rato conheceu Alicia quando era ministro. Na ocasião, ela trabalhava no ministério da Economia, como assessora de imprensa.

Em 2004, Rato e Alicia passaram férias no Rio de Janeiro, com cupidos lançando flechas e nada de balas-perdidas.

A história de amor entre Rato e Alicia emociona. Em especial para quem vive no Brasil e teve o desprazer de ouvir o discurso de defesa de Renan Calheiros. Da cadeira da presidência do Senado, Renan deu tratamento humilhante à filha adulterina, nascida de romance mantido com a jornalista Mônica Veloso.

Vida longa a Rato e Alicia. Delanda à insensibilidade de Renan.


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