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PAPARAZZI e CELEBRIDADES. O paparazzo Corona deixa o cárcere e é colocado em prisão domiciliar.

Por Wálter F Maierovitch/Rádio CBN/Justiça e Cidadania

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30 de maio de 2007.

Fabrizio Corona, pós 80 dias de cárecere.



Ontem, no início da noite, o paparazzo Fabrizio Corona, acompanhada da advogada Manuela Marcassoli, deixou o cárcere milanês de San Vittore, onde esteve custodiado por 80 dias. Corona foi preso preventivamente em 12 de março de 2007, acusado de extorsões, estelionato e violação de privacidade.

O paparazzo deixou o cárcere irritado e a prometer grandes revelações contra aqueles que “armaram” a sua prisão.

Em entrevista rápida, Corona afirmou “ter sido vítima do talebã Woodcock”, numa referência ao promotor de Potenza, onde tramita o processo mais pesado contra ele. Do processo de Potenza saíram “filhotes”, que tramitam em Milão, Roma e Torino.

Corona avisou que voltaria para a companhi do filho, que também foi vitimado pela prisão iniquia imposta ao seu genitor.

O tipo de contra-cautela ainda não está definida, restando, para tanto, a decisão do gip (juiz de instrução preliminar) de Roma. O certo é que não voltará ao cárcere e, no momento, permanecerá em prisão domiciliar.

Ao agradecer àqueles que não o abondonaram, Corona não declinou o nome da esposa Nina Moric, famosa modelo nascido na Coracia. “La Moric”, como é chamada nas revistas especializadas, entrou com uma ação de divórcio enquanto Corona estava preso e sob violentas acusações.

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RETROSPECTIVA.

31 março 2007.

Totti, campeão do mundo (2006) e capitão do time da Roma.



O paparazzo Fabrizio Corona, preso e principal acusado do escândalo Vallettopoli (extorsões, celebridades e paparazzi) começou a falar.

Perante o procurador de Justiça de Roma, Corona negou tivesse chantageado Totti. Disse que atendeu a um pedido e fez o favor de não publicar fotografias comprometedoras, mas reais, de Totti. Corona frisou, ainda, que pelo favor o interessado pagou voluntariamente.

As declarações de Corana não coincidem com as prestadas por Totti ao procurador de Justiça de Potenza, John Woodcock ( promotor em Potenza e natural de Napoli).

Quando ouvido sobre o escândalo, em depoimento dado ao procurador de Potenza (centro da apuração), Totti negou conhecer pessoalmente Corona e de ter pago pela não publicação de fotografias a beijar mulher que não era sua esposa.

A acusação acredita ter Totti pagado 50 mil euros (cerca R$150 mil).

A primeira semana de abril começará com a ouvida de David Trezeguet.

Em Potenza, o ex-BigBrother Alessandro Capone, (ex-pedreiro) diz ter sido molestado por Lele Mora, dono da noite italiana e promotor de celebridades. Mora é acusado de se associar a Corona para promover extorsões em VIPs.

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....................................... 29 de março de 2007.

Fabrizio e a esposa, que é modelo.




OLHO.

PAPARAZZI e CELEBRIDADES. Dia agitado na frente do presídio e nos Tribunais. Nafoto, Corona e a esposa-modelo.
.O "Rei dos Paparazzi" passou o aniversário no cárcere. Ontem, em Milão, sua esposa Nina Morie (foto) acabou, sem querer, conplicando sua vida: declarou que nunca esteve em Lugano (Suíça) e a conta-bancária lá existente era do mardio Corona, que deve ter usado o seu nome,

Leila Virzi.


Hoje (29/3/2007), em Milão, foi ouvida a star-girl Michelle Hunziker, ex-esposa de Eros Ramazzotti: amanhã o casal parte em viagem de turismo com a filha, mas avisaram que não estão reatados: apenas voltaram a ser amigos, pensando na filha pequena.

Em Milão, hoje na parte da tarde (29/3/2207), o fotógrafo que primeiro ingressou na casa da transsexual Patrizia, depois de o herdeiro da Fiat passou mal por overdose de cocaína, foi ouvido po mais de hora.

Em Potenza foi ouvida Leile Virzi que negou o passeio num yacht Ferretti em Capri, na companhia de modelos, um transsexual e muita cocaína.

Leila Virzi


MATÉRIA.

Entre comemorações e audiências de celebridades

POTENZA.
Apelidado de “O rei dos Paparazzi”, Fabrizzio Corona, acusado de chantagear celebridades, passou a data do seu aniversário no cárcere. Corona está preso desde 12 de março, quando estourou o escândalo que os italianos batizaram de Vallettopoli.

Defronte do prédio que abriga a cadeia da cidade de Potenza (região da Basilicata, no sul da Itália), o filho menor de Corona providenciou uma faixa, grafada com os seguintes dizeres: “Tanti auguri papà. Ti voglio bene”.

No interrogatório de Corona sobre um processo desmembrado e relativo a fatos ocorridos em Roma, ele preferiu silenciar, ou seja, exercitar o direito constitucional de permanecer calado. O interrogatório realizou-se perante o Juiz de Instrução preliminar (gip) Alberto Iannuzzi e o procurador Vicenzo Barba, que é de Roma e veio acompanhar a audiência de interrogatório.

O advogado do paparazzo Corona, Francesco Strano Tagliareni, esclareceu que a audiência durou quase 4 horas.

Na rua, defronte à parte externa do presídio, amigos de Corona comemoraram os seus 33 anos com uma torta de creme e vinho espumante (prosecco). Aos jornalistas e passantes os amigos de Corona ofereceram pedaços da torna e um copo de prosecco. O bolo tinha o formato de uma “coroa” (corona, que é o sobrenome de Fabrizzio).

Ainda na rua, ouvia-se um coro: Feliz aniversário, Fabri. Estamos com você, etc. O fotógrafo assistente de Corona, Luca Muci, contou ter enviado um telegrama de felicitações a Corona, onde escreveu: “Non molare, siamo com te” (não desanimar, estamos com você).

Em Milão.

Em Milão foi ouvida hoje (29/3/2007) Michelle Hunziker, ex-esposa do cantor Eros Ramazzotti. Antes da audiência, Hunziker admitiu que algumas pessoas tentataram chantageá-la com ameaças de publicação de fotografias suas, quando tinha 17 anos de idade e estava em férias com o namorado Marco Predolin.

Hurziker, ex-showgirl, prestou declarações na condição de “pessoa informada sobre fatos do processo”. Em Milão tramita um outro filão processual do caso a envolver extorsões de “vips”, ou sela, “uma investigação filhote” àquela conduzida em Potenza, pelo procurador Woodcock. Em juízo, Hurziker declarou ter cedido à pressão extrosionista.

Em Milão, na parte da tarde de hoje.

Na parte da tarde de hoje (29 de março de 2007) foi, em Potenza, ouvido o fotógrafo Roberto Buscemi. O fotógrafo Buscemi foi o primeiro a entrar, em outubro de 2005, na casa da transsexual Patrizia, no episódio em que se sentiu mal e foi internado em hospital, -- por oversode de cocaína-, o herdeiro da Fiat, Lapo Elkman.

Buscemi permaneceu 1 hora no Tribunal e, na saída, conto ter afirmado que “ nenhum 007 do serviço secreto italiano estava na casa de Patrizia, quando entrou para fotografar e Lapo (herdeiro da Fiat) já estava internado.

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RETROSPECTIVA.

27 de março de 2007.

Yatch Ferretti.




OLHO.
O ministro da Justiça da Itália, Clemente Mastella, disse que nunca participou de festa de embalo. Referia-se a uma filmagem comprometedora,-- obra do escândalo Vallettepoli (paparazzi e celebridades) de chantagens--, que estaria para ser divulgada, feita a bordo de um luxuoso yatch, da famosa marca Ferretti, em Capri.

A semana passada, depois de rumores e negativas, apareceu a foto em que o ministro Silvio Sircana, porta-voz do premier Romano Prodi, foi flagrado numa abordagem a transsexual que se prostituia na rua.

Ontem, no reality-show-judiciário na cidade de Potenza, desfilaram celebridades, como o "sex-simbol" masculino do cinema italiano, Raoul Bova, e o mega-empresário da moda Diego Della Valle. CONFIRA e acompanhe a retrospectiva.

MATÉRIA

A cidade de Potenza, sede do ofício do Ministério Público que apura o chamado Vallettopoli (escândalo com chantagens a envolver celebridades e paparazzi), esteve agitadíssima.

O procurador de Justiça, Henry John Woodcock (nascido em Napoli), ouviu, ontem, muitas celebridades e começou a indagar sobre o presumido filme com cenas de uma "festa de embalo", com cocaína, modelos conhecidas, um transsexual e um político italiano muito famoso.

De uma interceptação telefônica consta diálogo a envolver uma modelo, contatada por pessoa do grupo de paparazzi extorsionistas, que seria comandato pelo paparazzo Fabrizio Corona (está preso preventivamente).
No início da conversa a modelo nega tivesse ocorrido extravagâncias no passeio de yatch Ferretti em Capri. Na seqüência, o seu interlocutor começa a falar de fatos passados, como se estivesse defronte a fotogramas de uma filmagem. Aí, a modelo "caiu na real" e não teve mais como sustentar sua negativa quanto às orgias. Mais, ela passou a se preocupar com a divulgação do nome do político famoso.

Não se sabe bem o motivo, mas o ministro da Justiça, Clemente Mastella, saiu a dizer que não é ele o político famoso do "filmato segreto".

Sobre o yatch em questão, já se sabe que sobre ele falou a atriz e modelo Leila Virzi falou com o seu advogado. Teria faldo com seu advogado sobre uma "festinha" no yatch e de um político que tomou parte. E no yatch estaria a famosa modelo Monica Bellucci.

O ministro Mastella deu entrevista e esclareceu já ter contratado um advogado para processar por crime contra a honra aqueles que vinculam o seu nome ao caso Vallettopoli. Só que não identificou o "futriqueiro".

Perante o procurador Woodcock permanece a tendência, entre os interrogados, de negar as extorsões. O mega-empresário da moda, Diego Della Valle, por exemplo, negou tivesse sido chantageado. Segundo declarou, algumas fotografias foram-lhe apresentadas e ele se interessou pela compra, pois achou que poderiam violar a privacidade de alguns dos seus convidados, que não tinham sido consultados

Também ouvido ontem (26 março de 2007), o ator Raoul Bova, considerado "sex-simbol" do cinema italiano (sucessor de Marcelo Mastroiani), negou conhecer o paparazzi Corona e ter sido procurado para comprar fotografias comprometedoras: "Nunca recebi pressões de ninguém. Não tenho nada para querer manter escondido".

Sem querer, Raoul Bova pisou na bola e provocou uma cena de ciúmes. Ele presenciou a tomada de declarações da belíssima policial Luisa Fasano, que trabalhou na equipe que levantou o escândalo Valettopoli. Luisa nada disse a comprometer Raoul Bova, que figurava no album eltrônico de fotos da agência de Fabrizio Corona ao lado de muitas celebridades.

No término da audiência, Raoul Bova mandou, do seu celular, uma mensagem a Luisa Fasano: "Obrigado. Você desenvolve o seu trabalho profissional com muita dignidade. E obrigado porque com a sua humanidade busca sempre atuar na legalidade. Aquela verdadeira"

Luisa Fasano é casada com o deputado e professor Salvatore Margiotta, pertencente a um dos partidos da base do governo de centro-esquerda do premier Romano Prodi. Margiotta ficou enciumado e promoveu uma pequena e breve cena pública de alteração de humor.

Outro fato novo da investigação do caso Vallettopoli está a envolver a maravilhosa e milionária Fiona Swarovski (da família dos fabricantes de cristais Swarovski. Fiona é estilista e herdeira da Swarovski.

Segunda circula, ela teria sido extorquida e cedeu ao comprar uma fotografia quando saia de do hotel Baglioni,-- um 5 estrelas de Milão--, na companhia do mega-empresário toscano Tommaso Buti. Para Fiona, a fotografia mostra, apenas, ela e Buti ao lado do hotel Baglioni.

O escândalo Vallettopoli tomou tamnha domensão que o Conselho Superior da Magistratura (CSM) resolveu tentar "instalar um pouco de serenidade" no ofício de justiça de Potenza. Para isso, designou dois magistrados para ajudar nos trabalhos e, pelo que se fala, "controlar a laborosidade e corrigir a rota escolhida pelo procurador Woodcok". O problema maior refere-se à chamada "fuga de notícias", ou seja, apesar de secreta a apuração, a imprensa sabe de tudo e divulga fatos e fotos.

WFM.

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........................................................................ RETROSPECTIVA.

21 março de 2007.

O ministro Sircana aborda travesti que se prostitui.


O escândalo a envolver celebridades e extorsões tem mais um desmembramento, depois da grande audiência de revelações e debates no programa Porta a Porta, transmitido pela RAI Intenacional e sob condução do jornalista Bruno Vespa.

Vespa mostrou duas fotografias da filha do ex-premier Silvio Berlusconi, --o homem mais rico da Itália--, na saída de uma boite e acompanhado de um jovem, que o rosto foi encoberto.

Ouvida na Justiça, a filha de Berlusconi afirmou não ter sido chantageada, mas afirmou que comprou as fotografias porque elas não eram do seu agrado.. Quanto ao ministro Silvio Sircana, falou-se da fotografia que, no final do ano de 2006, tinha sido vendido a um jornal do grupo da editora Rizzoli, que não a publicou.

Sircana afirmou nada saber a respeito da fotografia e de chantagens. Teve o apoio da esposa e do premier Prodi, que, para demonstrar apoio, foi, com centenas de fotografos a cobrir, tomar um café com Sircana, esposa e o filho, ao lado da Praça do Pantheon (Tazza d´Oro).

Ainda pressionado e após a publicação de uma pesquisa a revelar que, apesar do narrado, ele ainda tinha apoio popular, Sircana disse não se opor a divulgação da foto, por quem a tivesse.
ministro Silvio Sircana.


Bastou isso para os dois jornais de maior circulação, La Repubblica e Corriere della Sera, publicarem a foto.

Em entrevista Sircana declarou: "Por que deveria demitir por isso?

Perguntado, se a foto não dizia nada, respondeu:`"É a verdade. Um automóvel para por um instante ao aldo de um presumido transssexual. Depois, prossegue em marcha, estando a bordo apenas o seu motorista. Este é o fato. Não crucifiquem uma pessoa, por uma besteira desse gênero. Por que deveria me dimitir, por uma não-notícia? ".

WFM, 20 de marços de 2007.

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Prêmio Tapiro d´Oro--Anta de Ouro. Anta não existe na Europa, o idealizador inspirou-se num animal sulamericano, ou seja, a anta.




Interlocução com o jornalista Milton Jung, no programa Justiça & Cidadania, da rádio CBN.

As discussões sobre “paparazzi” e “celebridades” são sempre vibrantes.

Para o botão da minha calça jeans, “paparazzo” virou sinônimo de grandes confusões, bisbilhotices e desrespeito ao direito à privacidade.

Com a posição do botão não concorda a fivela da cinta da calça, que invoca um verbete do famoso “Dizionario Garzanti”. Pelo verbete, “paparazzo” é apenas um fotógrafo mundano. Assim, o direito à privacidade de celebridades não seria absoluto, pois em choque com regular exercício profissional.



E aí, Milton MILTON JUNG, quer tomar partido, jogar mais lenha na fogueira ou dar um tempo, como faz o presidente Lula?

Essas questões, -- a envolver celebridades e paparazzi--, devem ser apreciadas caso a caso, pois as Constituições, em países civilizados, garantem a reserva, a prinacidade, o direito de estar só, em paz, sem molestações. Mas, as celebridades que vão a uma festa do Oscar, não podem reclamar de ter sido fotografadas. Nem a pode reclamar de ter sido filmada ou fotografada as celebridades que mantém relações sexuais com namorados, em praias públicas ou em águas abertas de mar territorial.

O grande escândalo do momento envolve o famoso paparazzo Fabrizio Corona,que está preso preventivamente, em companhia de 18 colaboradores nas chantagens. É que ele deixou a zona cinza das discussões sobre privacidade e caiu no código penal. Ou melhor, usou o material fotográfico e de filmagens para extorsões.

Lapo Elkann, herdeiro da FIAT, filho de uma Agnelli.


Corona era uma paparazzo sui-generis, pois tinha sempre à sua disposição sorrisos e caras e bocas de celebridades, que,- no dia seguinte, fingiam não gostar do publicado.

No elenco das vítimas de Corona aparecem futebolistas, como Adriano, Totti e Trezeguet. E, também, tem uma travesti brasileira a contar a noite transcorrida, entre quatro paredes, com o herdeiro da Fiat, Lapo Elkan.

O herdeiro da Fiat acabou a noitada internado em hospital, por overdose de cocaína e salvo por um utilitário traveco-doublo.

Numa festa em boite famosa, o jogador brasileiro Adriano tinha uma mesa exclusiva, badalada e muitas cadeiras ocupadas.

Uma beldade integrante da gang do paparazzo Corona derrubou um monte de sal na mesa.

Na extorsão por fotografias, o sal virou cocaína, cheirada na toalha, como sugerido por algumas belas-adormecidas debruçadas em cima da mesa.

Gilardino, ganhador da Copa do Mundo de Futebol e da Anta de Ouro, por falta de civismo.


Adriano, não cedeu à chantagem. Ao contrário, Totti, jogador da Roma, Trezeguet, da Juventus, e Gilardino, do Milan, pagaram preço alto para Corona e suas esposas só agora sabem sobre as lindas jovens beijadas pelos maridos goleadores.

Procurada, a Fiat também não cedeu à chantagem, pois, aquela altura, o fato era conhecido até pelas seculares pedras do Coliseu de Roma.

O Gilardino ganhou o prêmio “Anta de Ouro”. Um prêmio conhecidíssimo na Europa, concedido desde 1996 para aquele que protagoniza ações não civilizadas. Para ganhar precisa, também, ficar “bicudo”, como quem pisou na jaca e, depois, se arrependeu.

Além de pagar preço alto ao paparazzo, Gilardino, quando chamado reservadamente à Justiça, “matou de canela”. Ou seja, depois de conversar com um magistrado do ministério público, incumbido de colher provas, Gilardino telefonou para alertar o paparazzo.

Adriano, presença nas baladas noturnas de Milão.


Os telefones estavam grampeados e Gilardino, virou, -- desde ontem 14/3/2007---, réu por crime de favorecimento a extorsionista Corona, tudo em prejuízo da Justiça.
WFM/CBN, 15 de março de 2007.


Obs:Para ouvir o boletim Justiça & Cidadania, com Wálter Fanganiello Maierovitch e Milton Feretti Jung Júnior, acesse o side da Rádio CBN (ítem Justiça & Cidadania).


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