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ESTUPRO: começou preventiva campanha antiestupro na Inglaterra. Depois do copo especial, mais uma ofensiva no interesse público.

Por IBGF/WFM

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Diante do aumento de casos de estupro na Inglaterra, começou neste sábado (18/3/2006) uma campanha de prevenção contra esse crime que fere a liberdade sexual de escolha. A campanha vai durar uma semana.

Existe a recoimendação do uso do copo especial (veja matéria abaixo na retrospecyiva), já impostos às discotecas. O copo evita a colocação de drogas nas bebidas. Muitas drogas soníferas são colocadas em bebidas e quando a vítima adormece é estuprada ou submetida a atentado ao pudor (prática sexual sem cópula vagínica).

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RETROSPECTIVA IBGF. (11/2005)

Os boletins policiais de ocorrências repetem semelhantes maneiras de agir dos criminosos. Isso para o cometimento de estupros, atentados violentos ao pudor e subtrações variadas: talões de cheques, cartões de crédito, relógios, correntes, pulseiras, bolsas, etc.

O “modus operandi” mais comum consistia no “baladeiro” oferecer um falso ecstasy. Ou, então, adicionar à bebida consumida pela recém conhecida “baladeira” a chamada “droga do estupro”.

Na seqüência vinha o convite para mudar para outro local de “balada”, aproveitado o efeito gerado pelo GHB e o GBL, conhecidas na Europa, Austrália e EUA, como “droga do estupro”.

Outra postura criminosa, na seqüência do efeito, era prestar falsa assistência e solidariedade em face do mal estar, sensação de tontura e de corpo anestesiado. Nesse caso, a vítima eralevada para fora do estabelecimento e colocada no automóvel do baladeiro-criminoso.

Os casos cresceram em progressão geométrica a ponto de autoridades sanitárias e policiais fecharem discotecas na Inglaterra, França, Itália e Austrália, sob argumento, nesses locais, faltavam vigilância e ações preventivas capazes de evitar posteriores estupros, atentados ao pudor e crimes patrimoniais.

Como os fechamentos dessas casas de diversões mexeram com os bolsos dos empresários das noites do Primeiro Mundo, a solução veio rápida.

No início de novembro as discotecas e similares começarão a distribuir o “Billglass”, já chamado de “Copo-seguro” ou copo antiestupro.

O novo copo é de plástico e elaborado com designer do grupo francês RPC. A novidade é que o copo vem com o bocal lacrado, selado, por uma camada plástica. Esse lacre só é rompido por objeto pontiagudo.

Com isso, as casas noturnas estão a mostrar às autoridades que não mais descuram e nem negligenciam.

As três drogas mais temidas pelas mulheres que saem para se divertir nas baladas são conhecidas por GHB (ácido gama-hidroxibutírico), GBL (ácido gama-butiro-lactona) e o Rohypnol.

Quanto ao Rohypnol conhecido no Brasil conhecido por “Boa-noite Cinderela): tem efeito de sedativo e sonífero.

O GHB e GBL receberam os apelidos de Furacão Azul, Gina e Drik Spiking. Num primeiro momento causam euforia e desinibição. Como têm componente anestésico, geram, também, perda da consciência, desmaios e relaxamento.

Copo com lacre: antidrogas e antiestupro.


Existem registros policiais na Europa e Austrália a indicar homens como ofendidos em sua liberdade sexual de livre escolha. Casos, portanto, de atentados violentos ao pudor, já que só a mulher pode ser vítima de estupro.

As drogas GHB e GBL são encontradas em pastilhas e na forma líquida. Misturadas ao álcool, ficam potencializada.

Na Austrália, a manipulação de bebidas vem crescendo assustadoramente. Levantamento relativo ao ano de 2003 mostrou 4 mil casos de estupros, abusos sexuais e roubos.

Comumente as vítimas de estupros e abusos sexuais não comunicam o ocorrido às autoridades policiais. Somente 1 caso em 6 casos acaba denunciado à polícia.

Agora, com o Billglass, as casas noturnas fornecem o copo lacrado e cada “baladeira” que fique esperta.

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Copo com lacre: antidrogas e antiestupro.
RETROSPECTIVA: publicado no site IBGF em 16/11/2004, na seção Drogas Ilícitas.

Drink Spiking é o nome que consta dos boletins de ocorrências policiais. Sem saber, jovens de ambos os sexos estão tomando o "drink spiking". Ele é oferecido pelo acompanhante de discotecas e festas.

À bebida pedida, o tal companheiro recém conhecido coloca o sedativo Rohypnol ou uma mistura à base de ecstasy líquido (GHB). Aí, vem o convite para mudar do local de "badalada". Sempre um outro melhor é falado.

Na Austrália, a manipulação de bebidas vem crescendo assustadoramente. Levantamento relativo ao ano de 2003 mostrou 4 mil casos. Mais, comumente as vítimas de abusos sexuais não comunicam o ocorrido às autoridades policiais. Somente 1 caso em 6 é denunciado à polícia.

Alguns outros dados foram levantados: em cada 20 ocorrências de "Drink Spiking" um é de furto.

O "Drink Spiking" vem sendo usada em brincadeiras de mau-gosto e muitos adormecidos são deixados em praças ou em campos universitários, ao lado de estatuas. Como são abandonados, muitas vezes, viram alvos de subtrações: relógios, carteiras, etc.

Ainda na Austrália, na cidade de Brisbane, o Instituto de Criminologia realiza estudos para elaboração de um projeto de lei penal. O projeto elevaria a crime autônomo o "Drink Spiking"


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