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Ação Cinematográfica dos 007. Atacado arsenal nuclear da Síria, que recebe apoio da Coréia do Norte.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

25 setembro de 2007.

O novo ministro da defesa de Israel, Ehud Barak, 65 anos, comandou por anos um grupo de 007 de elite, para operações especiais, chamado Sayeret Matkal .
Segundo divulgado pelo jornal Sunday Times, o Sayeret Matkal fez uma operação cinematográfica e secretíssima neste mês de setembro.

Kin Jong.


Com uniformes do exército sírio, os 007 da Sayeret Matkal chegaram a Dayr az Zawr (Síria), onde o governo do ditador Bashar Assad desenvolveria, em parceria secreta com a Coréia do Norte, um centro atômico-nuclear, para fins bélicos.

Os 007 do Sayeret Matkal infiltram-se no local e levaram amostras para Israel. As amostras, dadas como atômicas-nucleares, teriam sido fabricadas na Coréia do Norte.

O governo Bush foi informado e autorizou Israel a bombardear o sítio sírio de Dayr Zawr, fato que ocorreu em 6 de setembro. No bombardeamento teriam sido empregados jatos F-151. O governo da Síria manteve silêncio, o mesmo se verificado com Israel e EUA.
A inconfidência do ex-premier Benjamin Netanyahu, líder da oposição ao governo israelense, teria vazado o sucedido, pois, antes da operação, fora informado e dera seu aval.

Indagada pelo jornal Sunday Times , Condoleezza Rice limitou-se a responder que “existem muitas perguntas que a Coréia do Norte deveria responder”. A secretária de Estado não quis se alongar, pois, no momento, nutre esperança de participação da Síria na Conferência de Paz. Uma conferência idealizada por Bush, a ser realizada em novembro, na segunda quinzena.

PANO RÁPIDO. Embora o material apreendido não tenha sido exibido e periciado por técnicos isentos, o silêncio da Síria, em face do bombardeamento em Dayr az Zawr, está sendo interpretado como confissão.
Nos dois últimos meses vários indicativos foram recolhidos a evidenciar uma ligação entre a Coréia do Norte e a Síria.

O cientista A.Q.Khan continua sendo seguido e sob eterna suspeita. Ele já deu assistência à Coréia do Norte, Irã, Síria e Líbia. E Khan emprega um grupo grande de cientistas, que correm “zonas suspeitas” do planeta.

Pelo que comprovam as fotografias de satélites da espionagem, a Síria detém uma rede de 30 postos de produção de mísseis, com possibilidade de acoplagem de testada nuclear: Scud D (700 km de alcance).
Enquanto isto, Holanda, França, Alemanha, Áustria e Suiça continuam a vender “materiais sensíveis” para a Síria.
Na semana passada, o Departamento do Tesouro norte-americano congelou três movimentadas e ricas contas-correntes de três empresas sírias: Hiast, Instituto Eletrônico e Nscl.

Para o governo Sírio, cujo país subscreveu a convenção contra a proliferação de armamentos nucleares, a pesquisa e o emprego de tecnologia atômica resume-se a emprego médico-sanitário.


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