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Morte do papa não foi eutanasia e nem outra forma indireta.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

17 setembro 2007.



Como morreu o papa João Paulo II ?

ROMA. Nesta segunda-feira, entrou na discussão sobre a morte do papa Wojtyla (confira “post” abaixo) o professor Renato Buzzonetti, médico de Bento XVI e do papa anterior.

. O professor Buzzonetti atendeu a imprensa e foi logo chutando o balde, ou melhor, contrariando a tese da médica-anestesista Lina Pavanelli, publicada no domingo último pela revista Micromega: “Nenhum ato de eutanásia ocorreu. Nem mesmo indiretamente”, destacou Buzzonetti.

Frisou o médico dos papas, ainda, que João Paulo II “ foi assistido até o último instante da sua vida e jamais foram interrompidos os remédios e a alimentação por soro naso-gástrico.

A intervenção de Buzzonetti, veio em momento em que se juntava à tese de Lina Pavanelli com um antigo relato da freira Tobiana. A freira Tobiana era uma espécie de camareira do apartamento papal.

Tobiana, em depoimento emocionado recolhido pela RAI logo depois da morte do papa e com àqueles que diariamente conviviam com ele, lembrou uma das últimas frases do pontífice, que piorava a cada momento.

O papa disse a Tobiana, querer partir para o encontro do Senhor” . Em outras palavras, sofria e sabia que não havia mais possibilidade de cura, mas meros adiamentos.

Para Buzzonetti, --que estava presente e também ouviu o dito a Tobiana--, “ o tratamento médico jamais foi interrompido, mesmo depois da frase “ pronunciada pelo papa João Paulo II. Ressaltou o professor-médico ter sido a frase “ uma profunda e límpida oração para exprimir o seu forte desejo de querer estar vizinho a Deus Pai.

Como se percebe, pessoas famosas têm dificuldade até para morrer em paz. Quase sempre surge um fato novo e abre-se uma polêmica. Ta aí a princesa Diana de exemplo.

Wálter Fanganiello Maierovitch.


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