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ESPIONAGEM. CIA demite 50 das suas Mata Hari.

Por Wálter F Maierovitch/Rádio CBN/Justiça e Cidadania

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1 de maio de 2007.





Estou solidário com as 50 James Bond que foram demitidas por justa causa. Isto pela principal agência norte-americana de espionagem, a famosa Central Intelligency Agency-CIA.

E as 50 mulheres James Bond aproveitam o 1º de maio para jogar pressão em cima do Conselho Federal da Igualdade Sexual, que poderá rever as demissões determinadas pela CIA.

As 007 norte-americanas se sentem um pouco Mata Hari, ou seja, semelhantes àquela exótica e bela espiã-bailarina, traída pelos serviços secretos franceses, no curso da Primeira Guerra Mundial.

Pelo regulamento secreto da CIA, todos os 007, homens ou mulheres, estão obrigados a informar os relacionamentos amorosos mantidos com estrangeiros.

Uma vez informada, a CIA passa a investigar e dá permissão ou, então, cartão vermelho para o romance. O espião desobediente é demitido.

Na visão paranóica da CIA, trata-se de cautela necessária. Isto porque pode ocorrer de um espião estrangeiro, --no papel de Casanova--, arrancar segredos entre afagos e juras de amor eterno. Pode suceder, também, caso de espiã, no papel de Mata Hari, capaz de quebrar a reserva mental do 007.

As supracitadas 50 James Bond tiveram relacionamentos amorosos fora dos EUA e nada avisaram.

A líder das 007 de saia, Lora Griffith, diz que os colegas de trabalho engravatados mantêm relacionamentos e não avisam a CIA, que só se interessa pelos “love stories” das mulheres.

A espiã Griffith deixa claro que a CIA trata mulheres e homens de forma desigual.



O advogado contratado pelas 50 espiãs já foi agente da CIA. E na Justiça, ele ganhou 400 mil dólares de indenização por dano moral perpetrado pela CIA. A Justiça entendeu que ele foi demitido da CIA por discriminação sexual.

A CIA nega que a discriminação sexual tenha sido a causa das demissões das 50 espiãs. Segundo a CIA, o motivo foi insubordinação.

Se for necessário, as 50 James Bond contarão com o testemunha de Sherry Norris, uma ex-espiã especializada em terrorirsmo.

Enviada para o Oriente no ano 2000, Norris acabou se apaixonando por um árabe. Avisou a CIA detalhadamente: até que perdeu a virgindade com o árabe.



Chamada de volta aos EUA, Norris, que trouxe o companheiro na bagagem, foi convencida a deixá-lo. Fez isso, mas poucos meses depois, --ainda com o coração partido, foi dispensada pela CIA.

Será que o regulamento interno da Agência Brasileira de Inteligência (ABIM) é igual ao da CIA, com relação às comunicações de relações amorosas ? ? WFM/CBN, 1 de maio de 2007.


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